
Sócios da Motogalos à Descoberta da Córsega
Uma viagem de mais de 4000 km que uniu paisagens deslumbrantes, desafios na estrada e a paixão pelas duas rodas.
Como em anos anteriores, o piloto barcelense – da Hero MotoSports – esteve à conversa com os associados numa interessante sessão de partilha sobre a 44ª edição da prova rainha dos ralis, que decorreu de 1 a 14 de janeiro, na Arábia Saudita.
Joaquim Rodrigues voltou a ser o melhor representante luso nas duas rodas e terminou a competição em 14º na geral. Foi o nono português a vencer uma etapa do Rali Dakar, a circunstância mais feliz depois de superar a grande tristeza em que caiu devido à perda do cunhado e amigo Paulo Gonçalves, em 2020.
Para a posteridade ficam “dois momentos inesquecíveis”, o triunfo na terceira ronda, no dia 4, com 255 quilómetros cronometrados em torno de Al Qaisumah; e o 3º lugar do pódio no penúltimo desafio, a 13, que decorreu em redor da região de Bisha.
“Foi o meu melhor Dakar e o desfecho na classificação final acaba por não o demonstrar, mas estou muito satisfeito com o meu desempenho e com o que conseguimos fazer, fez com que todo o esforço, sofrimento e trabalho de equipa tenham valido a pena”, referiu.
Esta foi também a estreia nas vitórias da marca Hero na prestigiada prova, em seis presenças. A moto diz “estar a portar-se bem, quando temos a máquina a ajudar, é mais fácil conseguir resultados consistentes”. “A Hero investiu e tem trabalho muito para evoluir, temos feito muitas corridas e testes, sabíamos que as coisas estavam bem encaminhadas e que os bons resultados mais cedo ou mais tarde iriam acontecer, como foi a minha vitória”.
Quando questionado “qual o pior momento” desta participação, o herói de Vila Boa não hesitou em apontar “a queda aparatosa” sofrida na quinta etapa, “um susto que deixou pisaduras e arranhões”, embora chegasse a temer “piores consequências”.
O Rali Dakar 2022 teve a duração de duas semanas, quase 300 participantes, num percurso de 8.177 quilómetros, 4.258 deles cronometrados. A prova passou há três anos para território saudita, onde a experiência “é muito mais solitária”, ao contrário do que acontecia na América Latina.
“São eventos completamente diferentes, na América do Sul era um show, com público a apoiar por todo o lado, agora somos capazes de arrancar sozinhos e chegar à meta sozinhos, sem ver ninguém...ou o que vemos são camelos”, explicou, arrancando risos na plateia.
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